por Dilvo Rodrigues
Nos bons tempos dos jornais impressos, os cronistas penavam para achar ou descobrir assuntos para construir seus textos. Não é atoa que muitos deles repetiam crônicas aparentemente esquecidas ou há muito tempo publicadas nas páginas dos periódicos. Me lembro de uma história, não me lembro dos personagens, em que um escritor ligava para um colega e dizia assim: “Fulano, você tem aquele trecho de texto ainda? Me passa aqui! E aí o fulano criava um outro texto em cima daquele fragmento do beltrano. A repetição era o salva-vidas.
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