por Dilvo Rodrigues
Quando contaram a Zélia Glaucia do Monte a história de um paciente renal crônico que vinha à Governador Valadares constantemente para fazer hemodiálise e, que essa pessoa passava as noites dormindo debaixo de marquises com um parente, ela ficou bastante sensibilizada. O paciente tinha 12 anos de idade e estava acompanhado da mãe. Zélia imaginava a cena de uma criança na rua, passando necessidades de todos os tipos ao mesmo tempo em que lutava para sobreviver. Pensava no sofrimento na mãe do menino, de mãos atadas e vendo o filho sofrer daquela maneira. Na época, isso levou a estudante do curso de administração à ação. Nascia uma vontade; Abrigar pacientes renais crônicos e oncológicos durante o período de tratamento realizado fora de suas residências. Mas como?