Eu nunca havia conhecido uma colecionadora de lápis.
por Dilvo Rodrigues
Em uma de suas viagens internacionais, a professora Flávia Auler foi à Israel. Por lá, conheceu a “Via Dolorosa”, em Jerusalém, viu o “Mar Morto” de perto e, na cidade de Eliat, deu de cara com as margens azuis do “Mar Vermelho”. Uma viagem e tanto. Voltando ao Brasil, ao por os pés no aeroporto de Guarulhos, recebeu uma das notícias mais desagradáveis da cartilha de coisas desagradáveis para um viajante ou turista profissional: Teve a mala extraviada. No decorrer daqueles quinze dias de espera, as preocupações não giravam em torno dos cremes feitos com substâncias do Mar Morto, maquiagens e roupas adquiridas durante o passeio. O que tirava o sono da nutricionista eram os quase 50 lápis que iriam se juntar aos outros 800 de sua coleção. Hoje já devem ser quase mil deles.
No começo, os lápis nem tinham tanto lugar de destaque na vida…
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